1. Separe PF e PJ
Use contas distintas para o dinheiro pessoal e o da clínica. É o passo que mais distorce o resultado quando ignorado — sem ele, todo cálculo posterior fica contaminado pelo orçamento do dono.
2. Registre entradas e saídas
Anote toda venda e todo custo, sem exceção e no mesmo lugar. O registro completo é a base de qualquer indicador confiável; lacunas viram números que não batem.
3. Acompanhe o fluxo de caixa
Veja o dinheiro entrando e saindo no tempo para saber se há saldo para as contas do mês. O fluxo de caixa é o sinal vital diário da clínica.
4. Calcule ticket médio e lucro líquido
Ticket médio mostra quanto cada paciente gera; lucro líquido mostra quanto realmente sobra após os custos. Juntos, revelam se a clínica cresce com margem.
5. Revise as comissões
Acompanhe a comissão por profissional a partir dos atendimentos. Comissão clara dá transparência à equipe e previsibilidade ao caixa, sem surpresa no fechamento.